29.9.11

Não preciso de palavras, preciso de acções. Não quero que me digam o que tenho de fazer, quero que me ajudem a fazê-lo. Que que estejam do meu lado, que não desistam de mim. Não preciso de oxigénio, preciso de ar. Preciso de fechar os olhos, abrir os braços e sentir o vento a passar pelo meu corpo, a fazer esvoaçar o meu cabelo, a encher a minha alma de liberdade, a renovar todos os meus pensamentos. Quero sentir isso, preciso disso. Preciso de sentir aquela vontade louca de viver; de acordar e querer saltar da cama. Não quero adormecer a pensar que foi só mais um dia. Quero que todos os dias tenham uma história para contar. Preciso de algo que me cative. Simples, não?



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