21.7.11

O mundo não pára, o mundo não espera. A cada segundo o ponteiro do relógio avança ferozmente, como se tivesse pressa de fazer a coisa mais importante do mundo. Mas às vezes avança tão lentamente que parece que enfrenta uma dolorosa e cansativa luta em que o único objectivo é parar. Os ponteiros movem-se à nossa medida. Tudo depende de como estamos, da disposição da nossa vida, de tudo o que nos rodeia. Normalmente não obedecem aos nossos desejos, fazem exactamente o contrário.
Hoje desejo apenas que se movam à velocidade da luz. Amanhã talvez deseje o contrário.


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